Magazine do Xeque-Mate

terça-feira, 1 de julho de 2014

Uma seleção de verdades sobre o que está acontecendo na #CopaDasCopas que a oposição vai ter de engolir e a e mídia golpista é obrigada a noticiar

Xeque - Marcelo Bancalero
Essa é a maior copa de todos os tempos e ponto final!
E não sou eu ou apenas petistas dizendo isso...
É o mundo inteiro!
A oposição vai ter de engolir e a mídia golpista terá de noticiar caladinha!
Vamos  lá?
Nos deliciar com o que está acontecendo nesta #CopaDasCopas?


O comp@ Eder Minelli-representacoes Automotivas postou;
"Atenção pessoal do CQC Brasileiro ,cujo senhor Marcelo tas postou o xingamento a presidente em seu face , o repórter Andreolli tentou esculhambar o Pais para os Croatas no Metro e levou uma dura....hoje o principal repórter do CQC -ARGENTINO ( MATRIZ DO PROGRAMA) SE derreteu em elogios a copa no Brasil . Vergonha hem ?? Marcelo Tas;"

Na sequência um delicioso artigo do GNN "Será que a juventude entendeu o que quiseram fazer com a Copa?" pra fazer você pensar...

Depois...
Temos o Pesquisão UOL Copa que comprova!:Para imprensa estrangeira, Brasil fez a melhor Copa

E o colunista da Folha, Luiz Caversan, faz uma pergunta contundente àqueles que foram contra a #CopaDasCopas;
"Quem vai pagar o 'prejuízo' da Copa?"

Então teremos o comp@ Alexandre César Costa Teixeira do Megacidadania que postou dois artigos sensacionais;
 Ameaça ao AMOR PELA SELEÇÃO , marvilhoso texto de Paulo Moreira Leite, e "O povo ABRAÇA A SELEÇÃO apesar dos derrotistas e do desastre alardeado pelo PIG."


E o Altamiro Borges do Barão de Itararé postou a pergunta feita no artigo da Rede Brasil Atual;
"A melhor Copa de todos os tempos?" que foi reforçada em artigo com o mesmo nome pelo jornalista Adriano Silva no Diário do Centro do Mundo.

E termino com uma seleção de vídeos, à começar por Bob Fernandes que deu uma voadora no peito dos traidores da pátria com seu comentário com o tema;
" Copa: Quebrou a cara quem "apostou contra" por cálculo político"
É isso...
Não tenha preguiça de ler ,pois vale à pena cada linha destes artigos
Aqui a gente não mastiga a noticia para que você possa aproveitar exercitar sua cidadania e se vacinar contra falácias!
Quer aprender tem que ler!



Será que a juventude entendeu o que quiseram fazer com a Copa?

Um dia inesquecível
Será que agora a juventude entendeu o que a grande mídia tentou fazer com eles, especialmente os jovens que nunca haviam acompanhado uma Copa do Mundo, sequer pela TV?
Será que, depois de viverem as mais fortes emoções ao acompanharem uma partida de futebol, entenderam a importância de uma Copa em seu país de origem?
Será que verão de modo diferente a campanha de mais de dois anos feita pela mídia com o objetivo de impedir que tivessem essas experiências aqui, no Brasil, acompanhando, ao invés, uma Copa realizada em outro país (a Inglaterra, de preferência)?
Será que gostariam de não ter vivido a ansiedade, o medo, a angústia e a alegria do dia de hoje, que serão contadas e recontadas no futuro aos filhos e netos, os quais provavelmente nunca terão essa experiência única em suas vidas?
Será que esses jovens continuarão a cair em contos do vigário primários da grande mídia? Apoiarão o #NãovaiterOlimpíadas?
Depois do Pan-Americano, da Copa das Confederações e desta Copa do Mundo, já considerada a melhor de todos os tempos, será que eles entenderam a importância social, econômica e cultural de um país sediar eventos importantes do esporte?
Será que leram as matérias altamente elogiosas da imprensa estrangeira sobre o povo brasileiro (e não há recurso mais importante num país do que seu povo)?
Será que aprenderam a ler nas entrelinhas das manipulações da grande mídia e agora se tornarão mais espertos, evitando deixar em seu passado mais algumas centenas de posts, e-mails, comentários, tuítes e falas dos quais irão se arrepender, pensando "Meu Deus, mas como eu fui bobo..."?
Vem mais por aí. Há tempo para que aprendam. Mas que aprendam a tempo de não se proibirem experiências marcantes que outros povos já viveram e que o nosso povo, ao contrário do que defende a grande mídia, também merece viver.







Pesquisão UOL Copa: para imprensa estrangeira, Brasil fez a melhor Copa

Alexandre Loureiro/Getty Images



  • O Maracanã será o palco da final da melhor Copa já vista por 38,5% dos jornalistas entrevistados
Os jornalistas estrangeiros estão gostando da Copa do Mundo do Brasil. Um pesquisa feita pelo UOL Esporte com 117 profissionais constatou com o Mundial deste ano é o melhor já visto pela maioria deles.
O levantamento ouviu jornalistas na primeira fase e concluiu que 38,5% dos entrevistados consideram o Mundial brasileiro como o melhor já visto. A Copa do Mundo de 2006, que foi realizada na Alemanha, aparece na segunda posição da pesquisa, com 19,7% das respostas. Vale destacar que 16,2% dos jornalistas disseram estar cobrindo sua primeira competição.
O torneio organizado na África do Sul, em 2010, fica em terceiro lugar na lista, com 5,1%. Já o palco do tetracampeonato brasileiro em 1994, nos EUA, foi o quarto melhor mundial na opinião dos profissionais.
Aparecem na sequência Itália-1990 (3,4%), França-1998 (3,4%), Japão e Coreia-2002 (3,4%), México-1986 (1,7%), México-1970 (1,7%) e Alemanha-1974 (0,9%). Entre os entrevistados, 1,7% não respondeu a pesquisa.







Qual a melhor Copa já vista pelos jornalistas estrangeiros
  • 1º - Brasil 2014: 38,5% 
  •  
  • 2º - Alemanha 2006: 19,7% 
  •  
  • 3º - África do Sul 2010: 5,1% 
  •  
  • 4º - Estados Unidos 1994: 4,3%
  •  
  • 5º - Itália 1990: 3,4% 
  •  
  • 5º - França 1998: 3,4% 
  •  
  • 5º - Japão/Coreia 2002: 3,4% 
  •  
  • 8º - México 1986: 1,7% 
  •  
  • 8º - México 1970: 1,7% 
  •  
  • 10º - Alemanha 1974: 0,9% 

Veja quem votou:
Inglaterra
Martin Fischer – HBS
Jeff Powell - "Daily Mail"
Peter Staunton - Goal.com
Ben Hayward – Goal.com
Gideon Long – Reuters
Johnatan Mark Lewis - Freelancer - Perform Group
Estados Unidos
Andrew Das - New York Times
Luis Sanches - jornal "El Nuevo Herald"
Richard Adams - Sports Ilustrated (EUA)
Frank Chavez, Revista Centro Deportivo, da Califórnia
Eduard Caiuch - Hoy
Argentina
Emilio Jozami - El Liberal
Carlos Luna – Canal 7
Jeremias Prevosti - La Nacion
Juan Pablo Ferrari – Jornal Hoy
Daniel Ruiz - Repórter freelancer
Sergio Lewinski - Vanguarda
França
Julien Richard – Radio RMC Sport
Johan Maurice – Agência France Presse TV
Thomas Goubin – Sofoot
Lionel Dangoumau - L'Equipe
Alemanha
Christian Ralf Hermentin - Infronts Sport & Media
Holger Schelenz - rádio Baden-Wurttemberg
Raphael Honigstein -Suddeustch Zeitung
Ulrike Weinrich – SID
Maximiliam Haupt - Agência Deutsche Presse
Fabian Henning - ARD/ZDF
Erik Roos - Sport Information Dienst
Elmar Dreher - German Press Agency (DPA)
Christian Ralf Hermentin - Infronts Sport & Media
Suécia
Markus Johannesson – SVT
México
Javier Rojas – Televisa
Marco Antonio Menendez -TV Azteca
Miguel Pardo – Televisa
Enrique Beas - MVS Television
Carlos Herrera - El Economist
Maria Pilar Suárez - Goal.com
China
Lui Ning - Xinhua – Agência de Notícias
Yan Zhao - Xinhua – Agência de Notícias
Xinlu Huang – CCTV
Itália
Jonne Roriz - Foto Arena
Enrico Sisti - La Republica
Gabrielle Marcotti - Corriere Della Sera
Chile
Matías Parker - Jornal La Tercera
Diego Saez - Radio ADN
Victor Cruces - Rádio ADN
Patricio La Barra – Radio Cooperativa
Espanha
Daniel Garcia -Deustche Press
Juan Jose Huerta Conde-Salazar - Agência EFE
German Aranda - diário "El Mundo" e AFP
Juan Bautista Martinez - Jornal La Vanguardia
Alice Lopez -Produtora da SNTV
Pablo San Roman - France Presse
Uruguai
Emilio Villar - Fotógrafo EFE
Juan Gari - El País
Francisco Escordo - Fotógrafo
Grécia
Vassiliki Papahonopoulou - Efimerida ton syntaktan
Costa Rica
Sandoval Pacheco – Rádio Columbia
Cristian Sandoval - Rádio Monumental
Josué Quesada - Rádio Columbia
Guatemala
Carlos Enrique Sagui - Rádio Red Deportiva Guatemala
Costa do Marfim
Oulivier Moussa - National Television
Japão
Hiroshi Hayano - NHK
Daisuke Kono - Diretor da Tokyo TV
Mitsuru Honda - Produtor da TV Asahi
Takashi Yanagisawa - Repórter da Nippon TV
Brasilina Jukio - Coordenadora da TBS TV
Shichino Yoshiaki - Kyodo News
India
Talan Namaskar - jornalista-documentarista independente
Shubfra Mukherjee - Gassashakti
Saumyajit Basu - The Times
Argélia
Temam Kamel - Rádio Algeria
Abdelghani Laieb - Radio Algeria
Mohamed Belarbi - Jornal El Liberté
Nigéria
Coli Udoh - Supersport International TV
Biakpo Timi Edkagboro - Agência Osmi
Escócia
Kieran Canning - France Presse
Matthews Lewis - Getty Images
Andrew Donne - Reuters
Peru
Moises Avila – AFP
Juan Palacios - Peru ATV
Colômbia
Enrique Delgado -Terra (Colômbia)
José Luís Alarcón, RCN Radio (Colômbia)
Juan Pablo Barrientos Hoyos, Apresentador da RCN Radio (Colômbia)
Liliana Salazar, Apresentadora da Win Sports (Colômbia)
Cesar Polonia – El País
Juan Pablo Coronado - Win Sports (Colômbia)
David Sanches - Cinegrafista - Directv/Colômbia
Sara Castro – Radio Caracol
Polônia
Pavel Wilkowicz, polonês - Gazeta Wyborcza
Pawel Kapusta, revista polonesa "Pilka Nozna"
Croácia
Kromac Prnic – TV Kapital Network
Bósnia
Ahmed Radzic - Jornalista independente
Portugal
Manuel Rodrigues – Freelancer
Gustavo Bom - O Jogo
El Salvador
Carlos Lopez Vides – El Diário de Hoy
Suíça
Laurent Ducret – Sportinfrmation
Honduras
Julio Nuñez - Rádio HRN
Jose Luis Barralaga - Diario La pPrensa
Qatar
Ismael Sanchez Cruz - Bein sports
Bassel Tabbal - Bein Sports
Irã
Kaveh Meskat– BBC
Camarões
Simon Lyonga - Cameroon Radio Television
Coreia do Sul
Kim Hyunchul - SBS/MBC
Kim Chong - Ulsam TV
Gana
Michael Oti Adje - All Sports
Egito
Ahmed Zahran - Deursche Presse-Agentur
Holanda
Edwin Cornelissen - Rádio NOS
Turquia
Erdogan Arikan - EBU/TRT
Senegal
Babacar Dit Khalifan Ndiaye - Le Soleil
Bangladesh
Ehson Mohammed - Ekattor TV
Vietnã
Viet Minha Nguyen – Jornal Bond Da
Áustria
Tobias Wimpissinger - Sport Magazin
Indonesia
Latif Syahlevi, Digital Media Asia
Panamá
Juan Eduardo Zamorano - AP





Quem vai pagar o 'prejuízo' da Copa?


"Por causa de todo aquele clima que havia antes, muita gente deixou de se preparar como devia, ficou com medo de investir e ter prejuízo. Pequenos comerciantes, por exemplo, poderiam estar faturando muito se tivessem acreditado que a Copa ia ser assim tão bacana."

Quem me disse isso, talvez não exatamente nestas palavras, foi um amigo querido, cuja família tem um posto de gasolina em São Paulo. Assim como milhares de outros pequenos e médios empresários das grandes cidades brasileiras, ele também ficou constrangido pelo clima do "não vai ter Copa", poderia ter apostado no sucesso do evento, investido mais, criado, por exemplo, eventos, atrativos ou promoções inspirados na Copa para aumentar a clientela.
Mas não fez isso. Não ia ter Copa, lembram?
Algum caro economista aí é capaz de me dizer como faço para calcular o prejuízo que os arautos do pessimismo e do mau humor, 'black blocks' e cia. à frente, causaram ao país?
Por conta de tudo o que não foi feito, tudo o que deixou de ser investido para gerar receita, com tudo o que se poderia ter sido oferecido, vendido para torcedores, turistas, comitivas e quetais, tendo como temática a Copa, e não foi.
Quanto?
Apenas para citar um exemplo: toda esta zona que esta acontecendo na Vila Madalena, em São Paulo, não poderia ter sido evitada se Prefeitura, comerciantes, produtores, artistas, empreendedores em geral desta cidade não tivessem sido contaminados pelo vírus do "não vai ter Copa" e pudessem ter replicado em diversos outros pontos de São Paulo dezenas de "vilas madalenas" com estrutura e opções para que o povo tivesse onde torcer, comemorar, xavecar, encher a cara, que seja, sem criar o transtorno que está ocorrendo num bairro só?
Quantas praças, campos, clubes, ONGs, associações, terreiros, ruas de comes e bebes, casas noturnas, salões de festas, quantas e tantas localidades poderiam ter sido envolvidas em ações para se criarem polos em que a Copa fosse devidamente curtida, aproveitada e explorada comercialmente de uma maneira saudável para todos...
Outro exemplo? O pessoal de turismo, que se amuou e não investiu o que podia na preparação de roteiros, alternativas, pacotes e oportunidades para as centenas de milhares de turistas que estão por aqui não ficassem à toa, pudessem aproveitar melhor o país, seus encantos, suas possibilidades fantásticas, movimentando ainda mais a economia?
Mas não ia ter Copa, e ficou todo mundo meio paralisado, esperando uma tragédia que não houve, um caos que está longe de ocorrer, o vexame inexistente, perdendo um bonde que não vai passar de novo.
Mas fazer o quê? Afinal, como registrou o sempre pertinente jornalista Ricardo Kotscho em seu blog, sofremos um massacre midiático –de dentro e de fora do país– no qual fomos retratados "como um povo de vagabundos, incompetentes, imprestáveis, corruptos, incapazes de organizar um evento deste porte".
Além de pagar o mico de estarmos sendo desmentidos por ninguém menos que nossos próprios visitantes –"Fantastic people", dizem eles repetida e entusiasmadamente–, ainda teremos de conviver com a fantástica oportunidade perdida.
Quem vai pagar esta conta?
*
Você sabia que esta é a primeira Copa do Mundo na qual todos os estádios seguiram modelos de construção e gestão sustentável, com direito a certificação internacional e ao consagrado selo LEED (Leadership in Energy and Environmental Design)? E que a FIFA gostou tanto da ideia que fará as mesmas exigências nas próximas edições do Mundial?
Não sabia, claro, porque os estádios não iam ficar prontos, não ia ter Copa etc., etc...
*
Para você, qual foi o momento mais bizarro desta Copa até agora:
1 - A cena da caravana de veículos em Brasília escoltando os U$ 3 milhões que seriam entregues aos jogadores de Gana (ou Grana...).
2 - A mordida colérica do jogador uruguaio no jogador italiano.
3 - A festa que os uruguaios fizeram para recepcionar o colérico jogador uruguaio que mordeu o jogador italiano.
*
Como escrevi este texto na sexta-feira, a esta altura o Brasil já pode:
1- ter dado adeus ao campeonato, o que seria uma tristeza, mas também uma oportunidade de dizer: valeu!
2 - ter se classificado para as quartas de final, o que geraria uma certeza quase absoluta: é campeão!
http://dyga.me/tV

O povo ABRAÇA A SELEÇÃO apesar dos derrotistas e do desastre alardeado pelo PIG.
ACESSE E LEIA A ÍNTEGRA 

By Megacidadania.

Terça-feira, 01 de Julho de 2014


O nordeste vai abraçar a seleção para ajuda-la a superar a crise

Da Redação com o site Megacidadania
Os últimos acontecimentos envolvendo a seleção brasileira e uma suposta crise de fundo emocional, reconhecida até pelo treinador Felipão, suscitaram na população o desejo de mudança e superação. Organizados por blogueiros independentes e torcedores, um abraço em torno do Estádio do Castelão foi organizado para esta quinta-feira (3) para que os jogadores se sintam prestigiados e confiantes para o jogo de sexta-feira (4) contra a Colômbia. Saiba mais

Chamado "Abraça a sua seleção" o movimento vai enfatizar que muito do que ocorre hoje aos jogadores está relacionado ao período pré-Copa do Mundo quando a mídia, por razões políticas, pôs em dúvida a capacidade do país em organizar o evento. Além disso, durante os conflitos ocorridos no ano passado, ela estimulou a perspectiva de conflitos sociais antes e durante a Copa do Mundo. Tais conflitos tem ocorrido de forma isolada.

Em um trecho da nota divulgada pelo site Megacidadania é dito que "Não se trata de vencer sempre e sim de ter condições de jogar com tranquilidade, e que toda a Seleção, sua comissão técnica e jogadores, tenham a certeza de que nós o povo brasileiro a apoiamos.


Um dos organizadores do movimento é Daniel Bezerra, editor do Blog da Dilma. Segundo o blogueiro, o objetivo da ideia é repetir o mesmo efeito que a torcida brasileira causou na seleção quando entoou o hino à capela, também em Fortaleza. "Veja o crescimento dos jogadores no jogo do hino. A auto-estima deles foi nas núvens", disse Daniel.

O blogueiro disse que a campanha quer estimular os torcedores "dentro e fora dos estádios" a demonstar apoio à seleção, para que os jogadores possam superar as críticas sofridas até agora no mundial. Entre as ideias incentivadas estão a criação de cartazes e a recepção dos jogadores no aeroporto.

A entrevista com Daniel Bezerra está disponível na íntegra ao final da matéria. 

Eis a nota na íntegra:

Desastre alardeado pelo PIG afeta Seleção

Nesta segunda-feira, dia 30/6, na concentração da Seleção Brasileira em Teresópolis, o técnico Felipão solicitou um encontro reservado com seis jornalistas que teve a duração de pouco mais de uma hora. De acordo com informações do portal Terra, os jornalistas chamados foram:

Juca Kfouri (Uol / Folha de S. Paulo / ESPN Brasil)
Paulo Vinicius Coelho, o PVC (Folha de S. Paulo / ESPN Brasil)
Fernando Fernandes (TV Bandeirantes)
Osvaldo Paschoal (Fox Sports / Rádio Globo)
Luiz Antonio Prósperi (O Estado de S. Paulo).

Nos minutos finais, foi chamada a presença de um integrante do jornal O Globo, que acabou sendo representado por Carlos Eduardo Mansur.

No canal Fox, o repórter Osvaldo Paschoal relatou que o "lado emocional" dos atletas, no jargão do futebol, "virou o fio".

O comportamento, em especial, de dois jogadores tem sido motivo de controvérsias, o capitão do time Thiago Silva e o atacante Neymar.

Thiago Silva estava escalado para bater pênalti na última partida contra o Chile e não só se recusou como ficou de costas para as cobranças de seus companheiros. E Neymar era o primeiro da lista dos cinco jogadores e disse que não tinha condições de ser o primeiro, tarefa que coube ao zagueiro David Luiz.

Até o Felipão estaria inseguro (clique aqui).

Todos nós, que assistimos àquela partida contra o Chile, percebemos o enorme "risco" que a Seleção correu de ser eliminada. Tanto no tempo normal, passando pela prorrogação, bem como nas cobranças de pênalti, quando Willian e Hulk perderam suas cobranças.

E na entrevista do herói do jogo, o goleiro Júlio César, ficou evidente o seu transtorno emocional.

Acrescente-se o fato de o diretor de comunicação da CBF, jornalista Rodrigo Paiva, ter sido punido preventivamente pela FIFA com a suspensão de uma partida (ele está fora do próximo jogo em Fortaleza contra a Colômbia), mas a punição definitiva pode ser mais drástica, pois câmeras o flagraram agredindo, no intervalo do primeiro tempo, o jogador chileno Pinilla (clique aqui).

NOSSA OPINIÃO

Iniciamos nossa opinião fazendo uma forte afirmação: o clima político de derrotismo criado pela velha mídia empresarial contaminou drasticamente o ambiente da Seleção.

Durante meses todos estivemos submetidos à influência de notícias negativas propaladas por toda a imprensa brasileira.

Até mesmo o ex jogador Ronaldo deu entrevista de âmbito mundial declarando estar envergonhado com o país.

Lembremos que a campanha Não vai ter Copa foi acalentada e até mesmo insuflada por esta mesma imprensa. E isso criou o ambiente de negativismo que só foi desfeito após a primeira semana da Copa quando os mais de vinte mil jornalistas estrangeiros e a imensidão de turistas puderam comprovar que o Brasil se preparou com louvor para esta Copa que já é definida como a melhor Copa de todos os tempos.

Na partida de abertura da Copa, realizada em SP, tivemos um triste acontecimento que foi o xingamento à presidente Dilma.

E então milhares de internautas tiveram que disputar pela internet o sentido daquele vexaminoso episódio. Hoje é consenso o quanto de vergonha os autores e remedadores daquela falta de educação coletiva submeteram nosso país perante o mundo.

Só que se do lado de fora do campo já somos vitoriosos, do lado de dentro do campo, para a Seleção canarinho, as coisas estão conturbadas.

A atitude do Felipão de convidar apenas seis jornalistas e sintomaticamente nenhum deles era "global de alta grandeza" é para nos fazer pensar.

Concluímos nossa opinião com outra forte afirmação: a politização da capacidade do governo federal em cumprir ou não com os compromissos, estabelecidos pela FIFA, se transformaram em instrumento de luta partidária por iniciativa exclusiva da mídia empresarial. E assim contaminou de forma perversa o ambiente da Seleção.

O NORDESTE ABRAÇARÁ A SELEÇÃO

Finalizamos conclamando o pessoal do nordeste, em especial de Fortaleza, a auxiliar na reversão definitiva deste ambiente que foi criado pelo PIG, o partido da imprensa golpista. Não se trata de vencer sempre e sim de ter condições de jogar com tranquilidade, e que toda a Seleção, sua comissão técnica e jogadores, tenham a certeza de que nós o povo brasileiro a apoiamos.

Talvez uma ideia possa ser um abraço coletivo no local da próxima partida. Pois assim demonstraríamos de forma inequívoca que o povo, apesar da campanha dos derrotistas, ABRAÇA SUA SELEÇÃO.

Ouça agora a entrevista completa com Daniel Bezerra: no site


http://www.conexaojornalismo.com.br/colunas/esportes/futebol/copadomundo/o-nordeste-vai-abracar-a-selecao-para-ajuda-la-a-superar-a-crise-24-29970


Ameaça ao AMOR PELA SELEÇÃO

PML e o amor pela SeleçãoQual brasileiro após ler o magnífico texto de Paulo Moreira Leite (publicado em seu blog na ISTO É)continuará a torcer contra a Seleção?

Os nordestinos estão se organizando e vão realizar no dia 03/07, quinta-feira, O NORDESTE ABRAÇA A SELEÇÃO (clique aqui). E que a iniciativa dos nordestinos sirva de incentivo para que em outras regiões do Brasil possamos resgatar nosso AMOR PELA SELEÇÃO.

*

O AMOR PELA SELEÇÃO
Choro dos craques vem do abismo entre os craques e o país,
aberto pelo anti-Copa e pelo VTNC. É preciso fechá-lo

por Paulo Moreira Leite

A conversa do dia é o choro dos meninos da seleção.

Nossa seleção chora de medo, um pavor profundo, um abismo, um buraco escuro na terra. Felipão, o verdadeiro, perdeu a energia e ficou desorientado. O capitão Tiago Silva sentiu medo de cobrar pênalti. Não conseguia nem olhar o chute dos outros. Chorou tanto que ninguém entendeu.

Julio Cesar também chorou e todo mundo entendeu.

Neymar seria o primeiro a bater o pênalti. Preferiu ficar por último. Vencemos, apesar de tudo. Mas não sabemos até onde vamos caminhar. Que importância tem isso?

Nada, quem sabe.

Hoje, tudo.

Eu tinha 5 anos quando o Brasil ganhou a primeira Copa. Estava no terraço – na época não se dizia varanda – do apartamento onde morava, ali na rua Cincinato Braga, no bairro paulistano do Paraíso. Lembro do barulho do alto falante de um caminhão que passava pela rua, no volume máximo, antes de desaparecer no paralelepípedo:

--A Copa do mundo é nossa

Com o brasileiro não há quem possa...

Eeeeeeta esquadrão de ouro

É bom no samba, é bom, no couro

Nem meus pais nem meus irmãos conheciam a música da seleção. Quem cantava era Lola, a babá, uma quase adolescente levada para trabalhar em nossa casa por Alaíde, a irmã mais velha, mais durona. Lola, que era muito mais bonita, sambava e cantarolava no terraço – quando os patrões estavam longe – com sua voz suave, o sorriso sempre nos lábios, os cabelos grandes e crespos, de um jeito que só ficaria na moda dez anos depois.

Fui bicampeão quando estava de cama, em 1962.

Doente, ouvi a final contra a Checoslováquia no quarto de casal dos meus pais. Lembro da voz de Fiori Gigliotti narrando cada gol pelo rádio, um Emerson num estojo de couro marrom. O locutor mobilizava o país inteiro numa vibração emocionada, em que os objetos inanimados daquele quarto – o criado mudo, o abajur, as roupas dentro do armário, os cabides, os ternos do meu pai, o sapato de couro e sola de borracha do meu pai, aquelas gravatas bonitas como nunca vi igual, as bolsas que minha mãe guardava em caixas de papelão, e até o revolver 32 que meu pai manteve guardou até descobrir que os filhos estavam brincando com ele – pareciam fazer parte da torcida.

Quando a partida foi chegando ao final, eu estava tão emocionado que tive um delírio, coisa de Jorge Luís Borges. Imaginei que do outro lado do mundo, numa pequena casa na Checoslováquia, um menino ouvia o mesmo jogo ao lado do pai. Mas, na partida transmitida de rádio para aquele país, os checos é que venciam os brasileiros, também por 3 a 1. Os gols haviam sido feitos na mesma sequencia, no mesmo minuto – e lá, como na minha casa, todos estavam em festa, participando da mesma alegria única, inocente, que só o futebol permite.

Esta era minha final imaginária. Eu pulava e abraçava meu pai em São Paulo, e, no mesmo minuto, na Checoslováquia, em movimentos sincronizados e simétricos, aquele menino e seu pai também se abraçavam. Eu dava socos no ar, gritava o nome dos nossos jogadores, o menino gritava o nome dos jogadores da seleção deles, com aqueles nomes esquisitos. Aos poucos, eu via que as ruas de São Paulo e da Checoslováquia estavam ficando cheias, eram duas multidões comemorando a Copa do Mundo, sem perceber que, no país do time adversário, também havia uma grande festa, que as pessoas que falavam outra língua e usavam roupas diferentes – além de tudo, os checos eram comunistas -- também eram campeãs mundiais, porque tudo não havia passado de uma magia, de um sonho, embalado pelos locutores de rádio, onde ninguém era derrotado, e só haviam vencedores e todos podiam ficar alegres.

Antes que alguém pergunte, cinco décadas depois, eu respondo.

Não. Não havia mensagem nessa fantasia. Nem utopia. Era pura maravilha, dos bons contos de fada, que são belos porque não querem nos levar a lugar algum, apenas a mundos que não existem, onde vigoram ideias que nunca pensamos, sonhos que nunca tivemos.

Um pouco como acontece com o futebol, vamos reconhecer.

Em 1970, repórter esportivo, cheguei a ouvir num vestiário do time que ia para o México, de onde voltou com o tri, um comentário pavoroso: “Por que o Médici não manda dar porrada nos jornalistas que só falam mal da seleção?”

A natureza humana é crítica, os motivos para queixas existem.

Sempre houve torcida mau humorada e até contra. Até quando isso era arriscado porque vivíamos numa ditadura. Esse direito é inegociável e deve ser respeitado.

Meio século depois, estamos em julho de 2014.

Mas, pela primeira vez na história do conto de fadas do futebol, é proibido torcer a favor. É suspeito. Quem sabe, corrupto. Em alguns ambientes até provoca risadinhas de malícia.

Agora há uma raiva grande contra as alegrias do povo. Há o cinismo.

Isso arranca lágrimas dos meninos. No time de 2014, não há nenhum adulto. Ninguém com autoridade para gritar, levantar a cabeça e reagir.

É um problema real, do time, mas não é só.

No começo, era chique pensar que o concreto dos estádios não era concreto. Também valia questionar estatísticas sem estatísticas. Foi daí que veio o VTNC.

Depois, vieram os estrangeiros, que nunca tiveram dificuldade para se impor sobre a multidão de vira-latas que perambulam pelo país, buscando oportunidades para o bolso em várias formas de lixo humano.

Eles projetaram detalhadamente um apocalipse final, que deixasse a todos com culpa, a todos irmanados naquele que é o sentimento mais profundo e necessário a sua visão de mundo – a vergonha de ser brasileiro. É este sentimento que leva a oferecer tudo, até nossas moças, a estrangeiros, sem o menor respeito, sem perceber que mesmo as mais humildes podem nos dar lições preciosas, ingênuas só na aparência, como fez a babá Lola naquele terraço de 1958.

Não basta ganhar. É preciso merecer. Holandês pode cavar pênalti. Brasileiro não pode.

Vamos pressionar os juízes para que, na dúvida, fiquem contra o Brasil.

É por isso que os meninos choram. Craques têm o temperamento delicado, são verdadeiros animais de raça, fáceis de assustar, a tal ponto que alguns cavalos de raça correm com viseira. Têm a sensibilidade absoluta, como grandes artistas. Sentem-se abandonados pela falta de um sonho que ninguém sonhou, pela ausência de palavras que ninguém disse. O nome disso é angustia.

E é ela que ameaça nossos craques.

O país já venceu o primeiro combate, de fazer a Copa. Não foram só os aeroportos, os estádios, as melhorias que, mesmo entregues pela metade, ou três quartos, ou 100%, ou 0%.

Quem garantiu uma grande Copa foi o povo brasileiro, com sua hospitalidade, seu humor, seu amor pelo futebol. Imagine se fosse um campeonato de críquete.

A auto crítica universal de tantos medalhões confirma que a partir de 2013 se produziu uma Escola Base. Na versão original, ocorreu uma denúncia a partir de um engano, do serviço mal feito, do exibicionismo, do sensacionalismo.

Desta vez, criou-se um ambiente negativo contra um país inteiro, que não se baseava num erro nem em vários erros – mas no oportunismo político. No quanto pior, melhor.

Até hoje o anti Copa não desistiu de ver a derrota de brasileiros em sua própria casa. Espera colher frutos em outubro. Quer o povo de cabeça baixa.

Isso abriu um abismo entre a seleção e o país. Por essa razão os craques choram, não se equilibram, sentem medo com facilidade.

Essa distância precisa ser vencida. Quem diz é o craque Tostão:

“O que salva a seleção é o envolvimento emocional dos jogadores, empurrados pela torcida e pela pressão de jogar em casa.”
http://www.megacidadania.com.br/ameaca-ao-amor-pela-selecao/

A melhor Copa de todos os tempos?

A bola foi cruzada na área pelo blogue Rio Report, do britânico EuroSport. Ainda nem acabou a primeira rodada, mas a Copa 2014 está muito divertida. Melhor do que as quatro ou seis anteriores. Como a gente tem curtido a onda, tornamo-nos adeptos de primeira hora da tese. Ainda sob risco de dar azar (alô,Irã e Nigéria), a reflexão está solicitada.

Como pretensão pouca é bobagem, o Futepoca lista, a seguir, dez motivos pelos quais a Copa do Mundo 2014 pode avançar pela meia cancha para se desenhar como a melhor de todos os tempos. O que está listado a seguir diz respeito ao que se passa dentro das quatro linhas. Para além delas, o lançamento é direto ao metafísico e ao transcendental, àquela fatia do futebol pertinente à alçada do imponderável.

1 – Quantidade de belos gols
Mais do que apenas um detalhe, como diria o filósofo Parreira, o gol é a essência desse negócio chamado futebol. E se for bonito, tanto melhor. O de Oscar, na estreia da seleção brasileira; o de Van Persie e Robben, da Holanda; o de Lionel Messi contra a Bósnia... Todo dia tem gol digno de menção na lista dos mais belos. E nem passamos a primeira rodada.

2 – Quantidade de gols (belos ou não)
Claro que nem sempre vai ser possível marcar tentos bonitos. Remetendo a Dadá Maravilha, feio é não fazer gol. Por ora, na Copa 2014 é assim: até jogo ruim termina com três gols. Falando de outro jeito: 2x1 é o novo 0x0. Tirando a partida entreMéxico e Camarões, encerrada em 1 a 0 (e dois tentos lícitos anulados irregularmentepela arbitragem), mesmo jogos tecnicamente inferiores, como Costa do Marfim 2x1 Japão e Suíça 2x1 Equador, a rede foi balançada. Nos 14 jogos, foram 4, média de 3,14 por partida, maior média desde 1958.

3 – Copa de vários "times da casa"
Tudo bem que tem brasileiro a rodo nos estádios. Mas a Copa não é só do Brasil, é também do Chile, da Colômbia, da Argentina, do Equador. Longe de ser o primeiro Mundial em território sul-americano, a invasão dos vizinhos está se dando de um jeito que não se viu em 1978, 1962, 1950 nem em 1930, com hinos sendo cantados de forma fervorosa, à capela, e com os cânticos de torcida ecoando nos estádios. É o "South American Way"!

4 – Maior diversidade na cobertura esportiva
Esta vai pros coleguinhas: em vez de investir em passagens para e no exterior e em hospedagens, a cobertura da Copa nas emissoras aposta em capital humano. Em gente. É que, com 12 cidades-sede, deslocamentos de 3 mil quilômetros de um dia para o outro seria pouco viável. Multiplicam-se equipes, incluindo regionalidades. Tem veterano no futebol debutando em Copa.

5 – Nem toda surpresa é zebra
Um favorito que perde, como o Uruguai para Costa Rica, é uma surpresa e uma zebra. Um favorito que goleia outro favorito é uma surpresa, mas não é zebra. Se era divertido ver tropeços de fortes contra fracos em mundiais anteriores, ver grandes se dobrando diante de grandes é muito mais legal. Sucesso de uma fórmula que escalou cabeças de chave pelo ranking Fifa em vez da tradição. E porque Holanda, diante da Espanha, e Alemanha, ante Portugal, foram impiedosos.

6 – Viradas e reviravoltas nos jogos
O jargão do futebol prega, cheio de malícia, que "de virada é mais gostoso", se faz presente no Mundial. Em cinco das catorze partidas, quem saiu na frente no marcador terminou atrás. O índice de 35% é bem maior que a média das 772 partidas das 19 edições anteriores, que contam 97 viradas (12% do total). Nas dez primeiras partidas da Copa de 2010, não houve nenhuma.

7 – Quase ausência de empates
Um certo treinador brasileiro imortalizou, na campanha brasileira à Copa de 1994, que "o empate é um bom resultado". Dita em um contexto específico (um jogo fora de casa) a máxima devidamente isolada traduziu o espírito de uma era. Na Copa de 2014, passados 14 jogos, só uma igualdade foi registrada. Até existem empates emocionantes, divertidos, mas o cenário indica que, para recair em outro bordão, o medo de perder está menor do que a vontade ganhar. Melhor para o futebol.

8 – É um novo futebol
Se fosse filme de apocalípse, a cena seria de placas tectônicas em movimento. É uma tese polêmica, mas o futebol, como nós o conhecíamos, acabou e precisava mesmo ser reinventado. Quando a Espanha foi primeira a entrar no clube das campeãs fora de casa desde o Brasil em 1958, tocando a bola cansativa e ininterruptamente; quando o Brasil vai a uma Copa só com um craque; quando Inglaterra, Holanda e Itália têm mais não europeus do que nunca; quando a Colômbia marca forte e a Suíça sai pro jogo; quando vigor física e disciplina tática vão achando novas sínteses; quando até a carcomida Fifa aceita inovações como spray para demarcar barreira no gramado e câmera da linha do gol.... São todos sinais de que alguma coisa mudou. E mudou para melhor.

9 – Da alta definição à realidade aumentada
A qualidade da transmissão e a diversidade de fontes de informação são um atrativo a mais. Da "erupção" ante o gol brasileiro do The New York Times às tabelas interativas, das estatísticas em tempo real aos aplicativos de transmissão ao vivo... É a Copa da realidade aumentada e da alta definição de imagem. Todos os detalhes imagináveis podem ser contados. Boa parte deles estão sendo.

10 – Quem quer ganhar a Copa no país do futebol?
Por último o clichê que se confirma, a farra brasileira. Os mineiros invadindo o treino da argentina, a procissão de holandeses em Salvador, os caras da seleção alemã cantando na rua, o menino ganhando a camisa do Neymar e outra com a do David Luiz na Granja Comary... Afinal, aprendemos que somos donos dessa bola. E onde mais um policial sambaria na boquinha da garrafa? Quando o futebol precisou se reorganizar no Pós-Guerra, veio ao Brasil. Ou, citando Jorge Mautner, ou o mundo se brasilificava ou viraria nazista.

A melhor Copa do todos os tempos? 




Postado em 20 jun 2014


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Parece ter ficado para trás aquela preocupação com a capacidade da Copa do Mundo no Brasil causar uma exposição de mazelas capaz de enxovalhar o país mundialmente. O país está sendo aclamado, justamente lá fora, como sério candidato a estar realizando a melhor Copa do Mundo da história. E é o povo que está salvando um evento que, na esfera institucional, teve superfaturamento, atrasos e ineficiências. É verdade que o governo é sempre o reflexo do povo que o elege. Mas há também momentos em que a sociedade civil, atuando diretamente, é maior do que as instituições que a representam. Penso que esse é um momento assim. Apesar de uma manifestação violenta reprimida com ainda mais violência aqui, de um assalto a gringos ali, de pequenas ineficiências em nossos serviços acolá.
Jason Davies, repórter da ESPN Internacional, cravou no seu Twitter: “Se a Copa do Mundo no Brasil continuar assim, que todas as Copas do Mundo sejam no Brasil”. Esse parece ser o espírito do mundo diante do nosso país, nesse momento. Não poderia ser melhor. Isso, amigos, é bom para o país. Independente do governo de plantão. Pensemos um pouquinho mais a longo prazo. E com sentido de nação, e não de grupelhos políticos. Esses, mais dia ou menos dia, passarão. O Brasil permancerá.
Apenas não esqueçamos de cobrar tudo aquilo com o que não concordamos, e com muita razão, tintim por tintim, a quem de direito e na hora certa. Mas, por ora, quem quiser ficar de fora desse movimento espontâneo e global, que caminha no sentido da alegria e da felicidade humanas, estará sabotando a si mesmo e ao país, muito antes de estar sabotando uma ideia ou um projeto.
A RFI, Rádio França Internacional, faz coro: “Uma semana após o começo da Copa do Mundo, a imprensa internacional é só elogios para o Brasil. Alguns jornais já chegam até mesmo a sugerir que este Mundial é o melhor de todos os tempos. A cordialidade dos brasileiros aliada à boa qualidade dos jogos parece ter apagado da memória o pessimismo que pairava há até uma semana, quando teve início o evento. O pessimismo e as preocupações não eram poucos, lá fora e aqui dentro também. Hoje o que se vê é uma razoável tranquilidade e uma crescente euforia. Segue o texto da RFI: “Apesar de alguns percalços, a organização conseguiu superar as expectativas extremamente negativas antes do início desta Copa. Os elogios da imprensa internacional invadiram as redes sociais nos últimos dias e fizeram coro com a empolgação dos jogadores e dos torcedores brasileiros e estrangeiros.”
A SEDUÇÃO BRASILEIRA
E pelo jeito não é só entre a imprensa internacional que a empolgação com a Copa do Mundo no Brasil ganhou espaço.
Veja o caso desse professor inglês que largou tudo para vir para cá, assistir a Copa. Esse cidadão, Mark Williams, teve a clareza do quão única era essa oportunidade, e não teve dúvidas do que fazer. Na vida, há chances únicas, que não voltam mais. A Copa, para o Brasil, como país, é um desses momento.
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Sorry, Mark Williams
Outro que está gostando do que está vendo e vivendo por aqui é Bastian Schweinsteiger, craque alemão.“Estamos dominados pela febre brasileira”, disse ele.
CRISTIANO RONALDO E SUA IMAGEM NO TELÃO DO ESTÁDIO
Sempre que vejo uma menina muito bonita, e dependente e escrava da própria aparência, penso no desespero que ela sentirá em poucos anos, quando a embalagem começar a murchar e ela se der conta de que nunca deu muita bola para o recheio. Cristiano Ronaldo, com sua obsessão pela própria imagem, me causa o mesmo tipo de pensamento.
CR7 tem tesão físico por si mesmo. É um caso de autoestima sexual. Se procurasse menos a si mesmo nos telões dos estádios, e mais aos companheiros em campo, jogaria, é provável, ainda muito mais do que já joga.
E sobre a derrota acachapante de Portugal contra a Alemanha. Um CR7 só não faz verão. Nem é qualquer craque que consegue jogar pelo time e carregá-lo nas costas. A esquadra portuguesa está arrasada. Muito mais do que a partida, Portugal perdeu em Salvador o favoritismo ao segundo lugar no grupo, que lhe garantiria passar às Oitavas. Ao que parece, quem passará são os Estados Unidos – o país que trouxe o maior número de torcedores ao Brasil. Esta, que está sendo uma copa sulamericana, também pode ser a Copa em que os americanos de fato, pela primeira vez na história, vão sentir de verdade as paixões do futebol.
JOVENS CRAQUES NO EXÍLIO
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Não ia falar, mas o jogo do Maracanã, no domingo passa, me consolidou a impressão de que para Messi a Argentina é um peso. O cara nunca jogou lá, não mora lá desde menino, e por tudo, para o futebol, ele é um espanhol. E acho que ele se ressente muito dos companheiros que falam castelhano com a língua presa. Messi combina mais com a Fúria do que com La Seleccíon. A camisa 10 da Argentina pesa sobre Messi. É a única situação em que há desconfiança sobre ele, em que ele se sente em dívida. Penso que CR7 também é um exilado na seleção portuguesa. É uma obrigação que o prende a um time fraco, diferente daqueles que ele se acostumou a defender ao longo da carreira. Sinto o mesmo quando vejo Eto’o ou Drogba tentando empurrar seus times adiante. Craques no exílio – e a terra estrangeira não são os times em que jogam na Europa, mas as seleções de seus próprios países.
LINDAS E INESQUECÍVEIS BATALHAS CAMPAIS
O país do futebol arte, e onde o “beautiful game” realmente virou uma coisa bonita, a ponto de Sócrates ter declarado um dia que o que realmente importava era a beleza do espetáculo, ficando a vitória em segundo plano, tem sido brindado com jogos sensacionais. Nunca o futebol foi tão bem jogado. Pouquíssimas faltas, raros cartões, quase nenhum tempo de bola parada, times velozes, tocando bem a bola, com grande vigor físico e muita vontade de ganhar. O próprio campeonato brasileiro teria muito a ganhar se analisássemos pedagogicamente a atitude das equipes que estão estreando nossas arenas. O Cruzeiro, entre nós, a rigor, é o único time que tem jogado um futebol parecido com esse que está sendo praticado na Copa.
E o que é uma Copa do Mundo? São 64 finais de campeonato disputadas até a última gota de suor em 30 dias.
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Uma palavra sobre o jogaço entre Uruguai e Inglaterra, ontem, no Itaquerão. Exatamente no fato de ninguém estar falando nada dele nesse momento, e de todo mundo estar exaltando seu frienemy no ataque uruguaio, e seu companheiro e competidor em idolataria no imaginário futebolístico uruguaio, é que reside a grandeza de Cavani. Que, aliás, deu o passe para o primeiro gol uruguaio e ajudou a marcar lá trás como se fora um volante de contenção. Esse tipo de doação pessoal, e de supressão do estrelismo em nome de um objetivo maior e coletivo, é coisa para poucos. Parabéns, Suárez. Parabéns, Cavani. Parabéns, Uruguai.
Adriano Silva
Sobre o Autor
O jornalista Adriano Silva é consultor digital, escritor e mantêm o blog Manual de Ingenuidades (www.manualdeingenuidades.com.br). Ele ocupou cargos como o de diretor de redação da revista Superinteressante e Redator Chefe do Fantástico, 

Bob Fernandes / Copa: Quebrou a cara quem "apostou contra" por cálculo político


Publicado em 30/06/2014
"Imagina na Copa!" Por anos esse bordão carregou a promessa e o medo do fracasso, da vergonha.

A Copa traria o caos, aéreo e urbano, o vexame diante do mundo ...Tudo, inclusive de ruim, ainda pode acontecer.

Mas, até aqui, o que dizem "os estrangeiros", que alguns brasileiros tanto temiam?... Ou buscaram influenciar.

O Guardian, o grande jornal inglês, já aposta: "Pode ser a melhor (...) e a mais emocionante Copa da história".

O Telegraph conta que passou por 6 aeroportos, "na maioria excelentes", e lamentou "as histórias de terror" pré-Copa.

Mundo afora a mídia revê suas opiniões e repete... "uma linda festa ... a grande Copa... a melhor da história...".

E, claro, a mídia honesta mostra os protestos. Lembra que o Brasil é desigual, injusto, que moradores foram desalojados por conta da Copa e Olimpíadas.

Imprensa séria registra que tanto o governo federal como governos da oposição se irmanaram na bilionária farra dos estádios.

Qualquer um, óbvio, tem o direito de ser a favor ou contra a Copa. Não faltam motivos.

Mas quem apostou contra apenas por cálculo político errou, e quebrou a cara.

Dizer agora que o catastrofismo foi obra da imprensa estrangeira é cinismo. É dobrar a aposta na falta de inteligência de quem recebe informações.

Técnicos, como Capello, dizem: "É a Copa de maior nível técnico da história". Capello resumiu: no imaginário do planeta futebol, o "estádio do mundo é o Maracanã".

O alemão Podolski escreveu: "Não teria melhor lugar para uma Copa (...) o país do futebol".

Certamente por isso jogadores e seleções estão jogando tudo que sabem... Muitos, até mais do que podem.

Até aqui uma seleção não jogou futebol à altura da sua história e conquistas: o Brasil.

Por muitos motivos... inclusive a descomunal tarefa de carregar um país, um povo nas costas.

Povo que por anos repetiu um bordão: "Imagina na Copa!" 




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